Para enfatizar a natureza, os materiais utilizados foram os mais variados, tais quais: osso de animais, cobre, casco de tartaruga, marfim, vidro, madrepérola, prata e ouro. E a gemas preferidas eram a pérola, a ametista, a pedra da lua, a opala, a água-marinha, o peridoto, o jade e o crisoberilo.
Antigas técnicas de esmaltação foram bastante utilizadas por designers e ourives para decorar jóias em estilo Art Nouveau. Dentre elas estão:
- Cloisonné: Um desenho é feito na peça e o seu traço recoberto com um fino fio de ouro. Em cada célula (cloison) formada pelo traçado do desenho é adicionada a mistura em pó e então aquecida até o ponto de fusão. O polimento é a etapa final da esmaltação;
- Champlevé: Técnica de esmaltação na qual os desenhos são recortados do metal. As áreas (células) ocas são preenchidas com os esmaltes (em estado líquido) com cada cor sendo adicionada por sua vez. É necessário o polimento para que as áreas fiquem todas no mesmo nível;
- Basse-taille: Nesta técnica, os desenhos são recortados ou gravados no metal. Porém, em vez de se preencher somente as depressões formadas, aplica-se esmalte líquido de tessitura transparente em toda a superfície. As cores variam de acordo com a profundidade do desenho recortado ou gravado;
- Plic-a-jour: Foi a técnica de esmaltação mais utilizada pelos designers durante o Art Nouveau. Para esta técnica, o aquecimento da mistura dá-se somente até um grau pastoso, já que será adicionada a células ocas (sem fundo de metal), recortadas do metal. O esmalte é suportado por uma rede de finos fios de metal. Delicada, esta técnica proporciona um efeito vitrificado e translúcido, já que a luz passa através do esmalte; e
- Taille d’epergne: Depois de um desenho ser recortado ou gravado no metal, os sulcos ou recortes são preenchidos com a mistura em pó. A peça é então aquecida para o esmalte preencher as depressões e depois polida



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